Carne suína alimenta os chineses

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Carne suína alimenta os chineses

Os empresários brasileiros conseguiram dar um grande passo: são os que têm mais fábricas certificadas pelos asiáticos.

Por Oso Oseguera

O governo brasileiro disse que a China aprovou sete frigoríficos no estado de Santa Catarina para exportação da carne de porco. 

As exportações podem começar imediatamente, disse a ministra da Agricultura, Tereza Cristina Dias, no Twitter, acrescentando que as aprovações foram resultado de negociações realizadas durante a visita do presidente Jair Bolsonaro à China no mês passado.

As unidades autorizadas a exportar vísceras de porco para a China incluem uma operada pela BRF SA e duas pela JBS SA. As quatro restantes são administradas por processadores de alimentos de propriedade privada, a Central Cooperativa Aurora Alimentos e Pamplona Alimentos, cada uma com duas novas plantas aprovadas, informou o ministério.

As exportações brasileiras de carne suína (consideradas todos os produtos, frescos e processados) atingiram 58.100 toneladas até o meio do ano, segundo a Associação Brasileira de Proteínas Animais (ABPA).

Esse volume exportado representa um aumento de 44,3% em relação aos exportados no mesmo período do ano anterior (40.200 toneladas). O principal destino das exportações durante o mês de abril foi a China, com 15.900 toneladas, o que representa 27,7% do total.

No acumulado do ano (janeiro a junho), o setor exportou 215.700 toneladas, volume 10,29% superior às 195.500 toneladas exportadas nos quatro primeiros meses do ano anterior.

Durante os primeiros quatro meses, o principal destino foi a China, com um total de 49.500 t, uma representação de 23,3%, seguida por Hong Kong (47 mil toneladas, 22,1%), Rússia (21.500 toneladas, 10,1%) , Uruguai (14.200 toneladas, 6,7%) e Chile (13.400 toneladas, 6,3%).

Segundo dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IGBE), durante o primeiro trimestre deste ano foram abatidos 11,27 milhões de suínos. Esse valor representa um aumento de 1,6% em relação ao trimestre anterior, quando 11,19 milhões de cabeças e 5,2% foram sacrificados, em comparação com o mesmo período de 2018 (10,72 milhões).

O peso acumulado dos canais foi de 989.100 toneladas no primeiro trimestre de 2019, um aumento de 1,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior (980.760 toneladas) e 3,6% em relação ao mesmo período de 2018 (954.602 toneladas).

 

2019-11-11T21:08:21+00:00

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